sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Origem dos Professores Remunerados

 


      Existem aqueles que acreditam na teoria de que foram os sofistas, os primeiros professores remunerados da história. Mas, se você ainda não foi informado, quero proclamar a verdadeira estória. Aquela que ninguém conta. Aquela que só eu posso e vou contar. Leia com atenção esta grande revelação.

Conta-se que em um país muito distante, muito diferente e que se primava pelo melhor. Começou alí a tradição do professor remunerado. Este país era chamado de “O Reino Secreto das Corujas”. Este Reino passou grandes crises e grandes problemas. Diante da crise, quase destruiu o país das maravilhas. Isto só não ocorreu por que a Sapiência, o Grande Ser da Realeza, resolveu conseguir dar a solução para a crise e evitar o caos no Reino. Disse a coruja Sapiência:

- Vamos realizar um concurso para obtermos sugestões, a fim de que resolver a grande crise.

A notícia do concurso causou um alvoroço, e muitos apareceram com variadas soluções. Depois de doze meses de análises, concluíram que a proposta vencedora fora da coruja chamada Didáskalos.

-A solução é  o Corujamento Interativo Educacional, afirmou Didáskalos.
Por essa atitude, Didáskalos, recebeu um titulo de nobreza e de sabedoria. Ela recebeu o titulo de Mestre. Então, o Mestre escolheu a sua recompensa com grande entusiasmo: GRATIDÃO E SALÁRIO DIGNO.
         Esta é a verdadeira estória do Mestre remunerado. Foi daí que os homens imitaram e que não queriam confessar a verdade.
Nesta estória tem uma lição que as corujas deixaram para todos nós: Um país sem SAPIÊNCIA não há TÍTULO e nem REMUNERAÇÃO DÍGNA.

Autoria: Marcio Gil de Almeida
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A Lenda da Caixa Mágica



 
Há dez milhões de anos atrás, seres misteriosos inventaram uma Caixa Mágica. Ela tinha o poder de manipular, hipnotizar e tirar o que se tem de mais valioso. Aqueles seres desapareceram misteriosamente, mas a Caixa Mágica fora escondida numa caverna. Passado muitos séculos uma coruja a descobriu. Ela apertou vários botões até compreender o seu funcionamento, mas o que lhe mais chamou atenção foi a vara mágica que a fazia funcionar de longe. A coruja muito sábia desenvolveu uma nova mágica que poderia inserir uma programação lucrativa. Todos conheciam aquela coruja chamada de Manipuladora. Para isso resolveu que deveria multiplicar a Caixa Mágica em numero infinito e espalhá-las por todo Reino das Corujas. A sua visão era ampla pois decidira levar para outros reinos, como por exemplo, o Reino dos Burros.

A coruja Manipuladora reconhecia que as suas irmãs corujas eram inteligentes, contudo a Caixa Mágica cumpriria o seu propósito de trazer lucro para o seu possuidor da Rede de Caixas Mágicas e entretenimento para as clientes. A novidade trouxe grande alvoroço e quem não a possuía, ficava com um déficit no seu Status Quo. Todos ficaram felizes com novidade. Entretanto, o Ministério da Saúde das aves detectou, que muitas corujas estavam ficando doentes. Poucas voavam, muitas estavam deprimidas, obesas e até o cérebro estava diminuído de tamanho. Várias crises no Reino das Corujas se instalaram em todas as áreas e a área mais atingida foi a da família. A caixa mágica manipulava as corujas para uma vida sem o principal que era a liberdade de pensamento e de expressão. Com o tempo a Caixa Mágica instalou hipnoticamente muralhas viciantes e mentais que tiveram a visão da vida de 100% para 10% de alcance. A audiência era o mal a ser alcançado. Uma verdadeira doença, um vírus. A clientela não percebia que as tornava massa de manipulação. As coisas principais, já não eram principais, as coisas insignificante e e repugnantes se tornaram as principais... a mágica aconteceu: as corujas não conseguiam ser mais corujas. Magicamente transformaram-se em aves de rapina de quinta categoria. Elas só não conseguiam ver e nem queriam ver os fatos.


Houve uma revolta no Reino das Corujas e a coruja Telos nos revelou que as Caixas Mágicas foram quase todas destruídas. Muitas corujas tiveram suas vidas destruídas... Além do mais, nos revelou que um homem descobriu esta caixa mágica e ele a proliferou em todos os lares humanos.



A coruja Telos enviou um recado para quem tiver a sorte de ler esta estória. E o recado é o seguinte : CUIDADO COM A CAIXA MÁGICA...



AUTOR: MARCIO GIL DE ALMEIDA
Escrito em 23 de jul de 2016



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Conversa de Bicileta


Autoria: Marcio Gil de Almeida



Em certa cidade, chamada Itapetinga, fora construído um estacionamento para bicicletas. Ali duas bicicletas se conheceram. O nome de uma era Margareth e o nome da outra era Tinga. Todos os dias se encontravam na Av. Itarantim e se deslocavam para o estacionamento do centro da cidade. Os seus proprietários trabalhavam na mesma empresa. Daí a coincidência de se encontrarem na pista e no estacionamento. Certo dia, as duas conversaram e foi a Margareth que começou o diálogo:

-Vejo, como sempre, que chego primeiro que você, Tinga.
- É verdade amiga, mas isto vai mudar um dia. Disse a bicicleta Tinga.

Su Fosse Você...

 



Se eu fosse você ,olhava mais para mim;
Se eu fosse você, pensava mais em mim;
Se eu fosse você, teria sonhos inimagináveis num imaginável mundo de mim;
Se eu fosse você, ficava mais perto de mim;
Se eu fosse você, não esqueceria jamais de mim;
Se eu fosse você, amaria a mim c
omo a última oportunidade da vida em ti;
Mas, eu não sou você.
Então, vou fazer o seguinte:
Vou olhar somente para você;
Vou pensar somente em você;
Vou sonhar num aqui e agora somente pra você;
Vou achegar a ti e vou ficar colado totalmente em você;
Jamais esquecerei de você;
E amarei a ti, até o último suspiro da minh´alma em mim por você

Autoria: Marcio Gil de Almeida

Postado no site Recanto das Letras




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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

A Flor

 


 A flor que encontrei

Encontrei-me com esta beleza

Esta beleza me encantou

E fiquei apaixonado

 

Eu tenho uma flor em casa

Na minha casa ela está

Está linda, cheirosa e amada

O nome dela é Sônia que sonha.

E todos os dias sonho que sonha com a Sônia!


Marcio Gil de Almeida

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Dois Fios de Bigode

 


Marcio Gil de Almeida
Teólogo e Pedagogo

Certo vez um garoto, chamado Ingênuo, viu um muro e na ponta do muro, em sua lateral, saía dois fios. O garoto não estava só, havia um idoso chamado Prudência que estava naquele instante passando por ali. Então, o garoto e o idoso iniciaram o seguinte diálogo:

- Veja, dois fios saindo na ponta do muro! Aposto que são dois fios de bigode de um gato.
- Pode ser outro animal. Inclusive, pode ser um animal perigoso. Afirmou o Sr. Prudência.
- Gente idosa se preocupa demais. Afirmou o Ingênuo.
- Certa vez, a minhoca quis fazer amizade com o peixe e virou comida. Talvez não seja o fio de bigode de um gato, mas de um tigre. Não se aproxime... Tchau, estou indo. Despediu-se, o Sr. Prudência.
-Velho gagá... Afirmou o garoto Ingênuo.

Quando o idoso foi embora, o garoto foi ver o que tinha atrás do muro. Ele não pode reagir, pois o dono dos fios do bigode era um tigre-de-bengala. O Ingênuo virou uma lembrança e o Sr. Prudência permaneceu para contar a estoria.

Moral da estória:

1- Prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém.
2- A voz da experiência vale muito em seus efeitos
3- O Ingênuo vira comida.


  • Vocabulário : 1- Ingênuo – tolo,simples 2- Prudente –ajuizado,criterioso

sábado, 22 de novembro de 2025

Apenas Deus...

 



Apenas Crer
Apenas Esperar
Apenas ser socorrido
Apenas doar-se
Apenas entregar-se
Apenas viver
Apenas vencer
Apenas Deus em nossas vidas!


Marcio Gil de Almeida


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quarta-feira, 19 de novembro de 2025

O Boi da Praça

 


O Boi da Praça é uma fábula da minha autoria, Marcio Gil de Almeida. Ela explica o surgimento dos monumentos tradicionais que estão na Praça Dairy Walley em Itapetinga.


Teólogo e Pedagogo

Em Itapetinga, uma das praças, chamada Dairy Walley, desde a minha infância é apelidada de Praça do Boi. O motivo para tal apelido são as estátuas impressionantes de um boi, duma vaca e do seu bezerro.

Certo dia assentei-me em um banco para ver mais de perto as estátuas, passei a  ficar deslumbrado com tal arte e em especial a do boi. Deixei escapar uma pergunta: Será que existe uma estória por detrás deste boi e da sua família? Foi quando a praça impregnada de pardais, um momento fabuloso aconteceu. Um pardal, que se identificou com o nome de Fabulino, voou de uma árvore, posou em meu ombro e disse-me:

-Você quer saber a estória deste boi?
-Claro que sim...Respondi para o pardal Fabulino.
-Vou contar o mistério que há. Vou dizer-te o que homem algum sabe. Falou com entusiasmo o pardal Fabulino.
-Conte-me depressa. Disse eu para o pardal Fabulino.