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sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Conversa de Bicileta


Autoria: Marcio Gil de Almeida



Em certa cidade, chamada Itapetinga, fora construído um estacionamento para bicicletas. Ali duas bicicletas se conheceram. O nome de uma era Margareth e o nome da outra era Tinga. Todos os dias se encontravam na Av. Itarantim e se deslocavam para o estacionamento do centro da cidade. Os seus proprietários trabalhavam na mesma empresa. Daí a coincidência de se encontrarem na pista e no estacionamento. Certo dia, as duas conversaram e foi a Margareth que começou o diálogo:

-Vejo, como sempre, que chego primeiro que você, Tinga.
- É verdade amiga, mas isto vai mudar um dia. Disse a bicicleta Tinga.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Dois Fios de Bigode

 


Marcio Gil de Almeida
Teólogo e Pedagogo

Certo vez um garoto, chamado Ingênuo, viu um muro e na ponta do muro, em sua lateral, saía dois fios. O garoto não estava só, havia um idoso chamado Prudência que estava naquele instante passando por ali. Então, o garoto e o idoso iniciaram o seguinte diálogo:

- Veja, dois fios saindo na ponta do muro! Aposto que são dois fios de bigode de um gato.
- Pode ser outro animal. Inclusive, pode ser um animal perigoso. Afirmou o Sr. Prudência.
- Gente idosa se preocupa demais. Afirmou o Ingênuo.
- Certa vez, a minhoca quis fazer amizade com o peixe e virou comida. Talvez não seja o fio de bigode de um gato, mas de um tigre. Não se aproxime... Tchau, estou indo. Despediu-se, o Sr. Prudência.
-Velho gagá... Afirmou o garoto Ingênuo.

Quando o idoso foi embora, o garoto foi ver o que tinha atrás do muro. Ele não pode reagir, pois o dono dos fios do bigode era um tigre-de-bengala. O Ingênuo virou uma lembrança e o Sr. Prudência permaneceu para contar a estoria.

Moral da estória:

1- Prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém.
2- A voz da experiência vale muito em seus efeitos
3- O Ingênuo vira comida.


  • Vocabulário : 1- Ingênuo – tolo,simples 2- Prudente –ajuizado,criterioso

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Encarando o Fio de Cerol

 Marcio Gil de Almeida

Teólogo e Pedagogo

Certa vez um Equilibrista notável recebeu um desafio um insensato: ANDAR SOBRE UM FIO DE CEROL. Todavia, ele era aventureiro e não se importava com os riscos. Ele, então, chamou toda imprensa e marcou o grande dia do espetáculo. O Equilibrista precisava de concentração na mente, nas emoções e estabilidade. O aventureiro tinha consciência das conseqüências de um deslize: O DESAFIO ERA MORTAL. Neste Show não havia lugar para desequilíbrios, deslizes e vacilos..

Passado algum tempo, chegou o grande dia. A TV estava transmitindo ao vivo. O Equilibrista incitava o público. Finalmente, fez o prometido. O Show foi um sucesso e devido a isto resolveu repetir o show em outras ocasiões. Repetiu cinco vezes e quando alcançou a sexta vez, um imprevisto aconteceu. Uma mosca posou no seu nariz, ficou muito incomodado, irritado e desconcentrado. O Equilibrista perdeu a concentração, o equilíbrio e o fio de cerol entrou por entre as pernas e penetrou até o abdome. Acabou por cair e veio a óbito.

LIÇÃO I

Na vida tomamos muitas decisões sábias e com apenas uma decisão louca podemos perder tudo. Andar sobre um Fio de Cerol é ou não é, uma loucura?

LIÇÃO II

Apenas uma mosca pode tirar o nosso olhar daquilo que realmente importa. Quando isto acontece o Fio de Cerol nos corta. Cuidado com as distrações ou com detalhes sem importância.

LIÇÃO III

As emoções são importante e fazem parte da nossa vida, mas tomar decisões baseadas somente nas emoções é tolice.

Contribuição voluntária e sem valor determinado.
Marcio Gil de Almeida
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Veja  obras de Marcio Gil de Almeida em forma de e-book:

sábado, 2 de agosto de 2025

O Pequeno Vaso

 Marcio Gil de Almeida

Teólogo e Pedagogo
Certa vez em um quartinho, onde se guardava ferramentas diversas e entre elas o balde de alumínio, vasos de barros, enxadas, pares, martelos, facões, serrotes etc. Diante tantas ferramentas que se encontrava ali, um um pequeno e simples vaso de barro. Todos estavam envolvidos numa grande construção. Todos tinham achado os seus lugares, todos… menos um: o Pequeno Vaso de Barro. Ele era delicado, com um formato diferente, encostado no canto, que em nenhuma ocasião era lembrado.
O Pequeno Vaso, empoeirado e esquecido pelos obreiros, sofria costumeiramente de zombarias e de desprezo pelos companheiros do quartinho. Muito tempo se passou e a obra terminou… A construtora começou recolher todos os equipamentos, ferramentas e materiais. Uma das últimas coisas a ser colocadas no caminhão seria o Pequeno Vaso. Digo, seria posto no caminhão porque no momento do ocorrido, apareceu o Decorador do novo edifício e achou interessante o Pequeno Vaso e pediu o mesmo ao seu proprietário. O dono da construtora olhou para o Pequeno Vaso e pensou: “Vou dá-lo, a final de contas para mim não tem serventia alguma.”
O Decorador pegou o Pequeno Vaso, o limpou, pintou e colocou nele uma flor dourada com estilo de alto padrão artístico. O Pequeno Vaso foi colocado no principal salão e passado muito tempo de exposição e em destaque, foi considerado como parte integrante do patrimônio cultural da cidade.
LIÇÃO
Queridos a vida muitas vezes nos coloca em posição de zombaria e descrédito. Todavia, até os pequenos, frágeis e sem expressão têm o seu valor e o seu lugar. Deus te ama e tem um plano para sua vida. Valorize o que você é, mesmo que seja um Pequeno Vaso. Quem sabe por ser tão diferentes estará em destaque quando a oportunidade chegar. Há lugares e grupos que nos destroem e há outros que nos honram. Continue sendo o que você é e no momento certo deixará a sua marca na história.
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Certa vez em um quartinho, onde se guardava ferramentas diversas e entre elas o balde de alumínio, vasos de barros, enxadas, pares, martelos, facões, serrotes e outros. Diante tantas ferramentas que se encontrava ali, um um pequeno e simples vaso de barro. Todos estavam envolvidos numa grande construção. Todos tinham achado os seus lugares, todos... menos um: o Pequeno Vaso de Barro. Ele era delicado, com um formato diferente, encostado no canto, que em nenhuma ocasião era lembrado.
O Pequeno Vaso, empoeirado e esquecido pelos obreiros, sofria costumeiramente de zombarias e de desprezo pelos companheiros do quartinho. Muito tempo se passou e a obra terminou... A construtora começou recolher todos os equipamentos, ferramentas e materiais. Uma das últimas coisas a ser colocadas no caminhão seria o Pequeno Vaso. Digo, seria posto no caminhão porque no momento do ocorrido, apareceu o Decorador do novo edifício e achou interessante o Pequeno Vaso e pediu o mesmo ao seu proprietário. O dono da construtora olhou para o Pequeno Vaso e pensou: “Vou dá-lo, a final de contas para mim não tem serventia alguma.”