sexta-feira, 17 de outubro de 2025

O REINO DOS MACACOS



Conta-se que a milhões e milhões de anos atrás, havia outra civilização que era dominante no planeta Terra: Era o Reino dos Macacos. Um reino mágico onde tudo era possível. Todas as coisas viviam em harmonia. Era o céu que homens sempre desejaram. Mas, o que aconteceu para este reino não mais existir?

ROMÂNTICA PARA VOCÊ

 



Estou pensando em você.
Tudo está perfeito,
A lua e as estrelas brilham.
Estou linda, perfumada, aprazível.
Penso em você, desejo você.
Imagino você chegar de mansinho,
Acariciar-me, beijar-me,
Sentir seu forte abraço,
Ouvir palavras quentes de amor,
Esta noite serei romântica,
Esta noite serei tua e tu serás meu.
Serei romântica para você


AUTORIA: MARCIO GIL DE ALMEIDA


Contribuição voluntária e sem valor determinado.
Marcio Gil de Almeida
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segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Irmão de Natureza Duvidosa (Texto e Audio)

 


Marcio Gil de Almeida
Conta-se que uma Piranha e um Tucunaré apaixonaram-se loucamente. Eles fizeram juras de amor, no entanto, não conseguiram ficar juntos, pois possuíam naturezas diferentes e suas famílias não aceitavam. Mesmo assim, tiveram um filhote por nome de Pirunaré e sua mãe já tinha outros filhotes com os quais firmou amizade. O irmão do coração dele era o Afelês. Eles brincavam e passeavam muitas vezes buscando aventuras. Mas, em um belo dia, entusiasmados pela grande amizade fizeram uma aliança de um cuidar do outro.

Assembleia das Arvores

  Por Marcio Gil de Almeida

As árvores estarrecidas e chocadas pela destruição implacável e mortes de muitas de suas irmãs e da estupidez dos filhos de Adão. Resolveram que deveriam reunir e conversar sobre o assunto. Nesta reunião, a tristeza, a dor, a desolação e a revolta eram patentes no ambiente discursivo. No ano de 1950, no dia vinte e um, do mês de setembro, foram registrados na ata da Assembléia das Árvores, os ocorridos.

O Cajueiro estava revoltado e agitava-se de um lado para o outro. Em meio tanta agitação, os seus galhos entrelaçavam e produziam ruídos, e aí falou em alta voz para toda a floresta ouvir:

- Vamos amigas promover um movimento revolucionário! Vamos iniciar uma guerra contra os filhos de Adão! Eles respiram o ar que nós purificamos, bebem da água que nós preservamos, comem do nosso fruto, se perfumam com as nossas flores, e são curados com as nossas folhas e raízes. Apesar disto tudo, eles nos derrubam, destroem e nos matam. Até quando vamos permitir tal horror?

Uma grande árvore, o Pau Brasil, alça os seus galhos e pede a palavra.

-Irmãs, não devemos entrar em guerra contra os homens, pois certamente vamos  ser derrotadas.

-Nós somos mais fortes do que eles, certamente vamos prevalecer, disse o Açaizeiro.

-Devemos entregar para Deus e ele vai resolver o problema, disse o Maracujazeiro.

-Deus presenteou com o livre arbítrio para os homens e já mostrou para eles que a natureza geme. No entanto, eles não dão ouvido, disse a Macieira.

De repente, um arbusto invade a reunião gritando em desespero, já quase sem fôlego e dá as novas e más noticias:

-Os filhos de Adão estão avançando em nossa direção com os monstros infernais, máquinas da destruição! Elas derrubam e arrancam as árvores. As novas e as velhas árvores são cruelmente esmagadas. Certa amiga, a jovem Goiabeira, estava cheia de pequenos frutos e fora destruída de uma forma implacável! Amigas, ela não tinha dado a sua primeira safra, era jovem e tinha muito a dar.

-Vamos amigas temos que reagir, disse o Cajueiro.

Então, se prepararam para a guerra. Quando os homens chegaram, as árvores não se conteram e reagiram fortemente. O resultado desta guerra não foi agradável. E desta forma aconteceu a destruição. Os homens eram os mais fracos, todavia, ganharam a guerra porque os monstros lhes eram favoráveis.

Talvez vocês não saibam, mas quem me contou esta história foi a última árvore, o Pau Brasil, duma cidade chamada Pau Brasil, dum país chamado Brasil. Este último Pau Brasil enviou-nos a seguinte mensagem:

“Os filhos de Adão desobedecem a Deus e ao destruírem as árvores, trazem grande mal para si. Sem árvores, sem ar e  água de qualidade, sem perfume, sem saúde e sem fruto. Desta forma, o homem está destinado à implosão existencial. Os filhos de Adão estão ficando sem árvores e sem vida. As árvores estão guerreando pela sobrevivência. Elas estão perdendo e os homens pensam que são vencedores. Todavia, o espelho do bom senso tem revelado que sem as árvores são seres destinados à morte pela própria estultícia. No dia 21 de setembro comemora-se o dia da Árvore e nós não queremos piedade, queremos respeito.”

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Marcio Gil de Almeida
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Conflito entre a Estrela e o Satélite

 



Autoria - Marcio Gil de Almeida

Certo dia, o Sol irritado, falou o que não devia com a Lua.  A reação do Lua foi o esperado e isto gerou um conflito. Um conflito entre uma Estrela e o um Satélite é um desgaste com conseqüências gravíssimas. Ninguém deseja conflitos, mas eles acontecem... Os conflitos deixam marcas e lições. O pior que pode acontecer de um conflito é ser insolúvel. Agora, vamos contar a estória do conflito.

O Sol e a Lua estavam em seu trabalho normal, quando o Sol chamou a atenção do Lua e disse:
-Estive observando como a humanidade gosta de ti.
-Realmente gostam muito de mim. Mas, você não fica longe... Afirmou a Lua.
-É claro que os humanos gostam mais de você. Se estiverem apaixonados, se amam ao luar. Se quiserem se divertir e festejarem em grupo, o fazem à noite quando impera Vossa Excelência. Disse o Sol.
-Acredito que o amigo está com ciúmes sem motivos, porque sem ti não haveria vida na terra. Novamente, falou a Lua.
-Você Lua, só brilha com a minha luz e não tem valor sem mim. A humanidade deveria gostar mais de mim do que de você. Falou o Sol.
-Sol, você é um chato, um mala sem alça, ciumento, confusento, louco etc. Está incomodado, siga o adágio dos humanos: “Os incomodados que se mudem”. Irritado e em alta voz, respondeu a Lua.

 O Sol ficou muito irado com a palavra da Lua. Pensou em brilhar em outra galáxia ou de não emitir a sua luz por um tempo. Pensou até mesmo em liberar calor de tamanha intensidade que iria queimar todo o sistema solar. Verdadeiramente, o coração do Sol ficou mais quente do que o normal. Voltemos à estória.

Um bolão

 


Nesta noite vou jogar um bolão,

Vou correr pelos campos dos prazeres,

Passar pelos seus seios,

Dar voltas nos pequenos círculos montanhosos e acariciá-los,

Serei levado instantaneamente pelos seus lábios ao mistério da conscentração,

Usarei as minhas mãos para passear entre os baixos e altos caminhos

Não serei impaciente, farei a jogada planejada e ardente

Não me conterei enquanto não passar entre as pernas

Entrar na área, fazer o gol e delirar em prazeres de amores inesquecíveis,

Serei um contigo, serei a bola e você a rede, serei o jogador e você o meu amor.


Categoria: Poesia//Autoria: Teol. Marcio Gil de Almeida



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Fabulas I

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Fábulas

O gênero textual fábula é fascinante. Este artigo estimula a imaginação, traz edições da vida, é um espaço para criatividade e bom humor, e encanto. Estas estórias sempre me chamam atenção, pois nossa atenção está sempre presente. Possui temas variados e foi escrito com o objetivo central de cultivar ou morrer de pensar / refletir e cultivar bons valores. 

Título das Fábulas

I- A Tecla com Complexo de Inferioridade 
II- Assembleia das Árvores 
III- Conflito entre a Estrela e o Satélite 
IV- Conversa de Bicicleta 
V- O Artigo 
VI- O Boi da Praça 
VII- O Fim do Disco Vinil 
VIII- O Grande Mal da Manipulação
IX- O Ministério das Meias Impares 
X- O Reino dos Espinhosos 
XI- O Reino dos Macacos 
XII- O Reino dos Urubus 
XIII - Origem do Texto - Parte I


Idioma: Português (brasileiro)
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