quarta-feira, 15 de abril de 2026

Feliz

 



Dê um sorriso para a vida.
Não olhe somente para as dores,
Acredite na possibilidade do mudar.
Veja o melhor. Acredite!
Você irá encontrar motivos para sorrir!
Quando pela manhã levantar,
Não haverá tristeza para triunfar,
Somente um sorriso para marcar,
E uma nova vida começar

Comece com a letra F,
F de fidelidade.
Ande com a letra E,
E de entusiasmado.
Não pare, a letra L está aí,
L de luta.
Use a letra I,
I de inteligência.
Para finalizar use a letra Z,
Z de zelo.
Estar feliz é uma atitude de vida;
Não depende de bens.
Depende de decisões e de atitudes.
Depende de amar a si mesmo mais do que as faltas.
Falta de um emprego, falta de uma casa própria, falta de coisas que outras pessoas acham que teríamos de possuir, falta de um Status, falta do amor de quem achamos que deveria nos amar como nós o amamos...
Não importa as faltas, o que importa é a escolha que fazemos.
Somos felizes, por que somos fiéis, entusiastas, lutadores, inteligentes e zelosos.
Estamos felizes porque acreditamos num amanhã melhor.
Fiéis, entusiasmados, lutadores, inteligentes e zelosos pela vida feliz.
Feliz para nós mesmos.
Lembrem-se: ninguém fará outro feliz, se não começarmos em nós mesmos.

Autor: Marcio Gil de Almeida
Posta do site Recanto das Letras

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O Reino dos Espinhosos

 Marcio Gil de Almeida

Teólogo e Pedagogo

Dizem que em um país muito grande tinha uma espécie muito rara, diferente dos seres humanos e muito racional/emocional. Esta espécie era os Coendou Prehensilis Super que depois com a sua extinção sobrou apenas de uma subespécie irracional, chamada de Coendou Prehensilis. Como o nome é grande e complicado, vou chamá-los de Espinhosos porque eram cheios de espinhos.

O Pequeno Vaso

Marcio Gil de Almeida
Teólogo e Pedagogo

Certa vez em um quartinho, onde se guardava ferramentas diversas e entre elas o balde de alumínio, vasos de barros, enxadas, pares, martelos, facões, serrotes etc. Diante tantas ferramentas que se encontrava ali, um um pequeno e simples vaso de barro. Todos estavam envolvidos numa grande construção. Todos tinham achado os seus lugares, todos… menos um: o Pequeno Vaso de Barro. Ele era delicado, com um formato diferente, encostado no canto, que em nenhuma ocasião era lembrado.

O Pequeno Vaso, empoeirado e esquecido pelos obreiros, sofria costumeiramente de zombarias e de desprezo pelos companheiros do quartinho. Muito tempo se passou e a obra terminou… A construtora começou recolher todos os equipamentos, ferramentas e materiais. Uma das últimas coisas a ser colocadas no caminhão seria o Pequeno Vaso. Digo, seria posto no caminhão porque no momento do ocorrido, apareceu o Decorador do novo edifício e achou interessante o Pequeno Vaso e pediu o mesmo ao seu proprietário. O dono da construtora olhou para o Pequeno Vaso e pensou: “Vou dá-lo, a final de contas para mim não tem serventia alguma.”

O Decorador pegou o Pequeno Vaso, o limpou, pintou e colocou nele uma flor dourada com estilo de alto padrão artístico. O Pequeno Vaso foi colocado no principal salão e passado muito tempo de exposição e em destaque, foi considerado como parte integrante do patrimônio cultural da cidade.

LIÇÃO

Queridos a vida muitas vezes nos coloca em posição de zombaria e descrédito. Todavia, até os pequenos, frágeis e sem expressão têm o seu valor e o seu lugar. Deus te ama e tem um plano para sua vida. Valorize o que você é, mesmo que seja um Pequeno Vaso. Quem sabe por ser tão diferentes estará em destaque quando a oportunidade chegar. Há lugares e grupos que nos destroem e há outros que nos honram. Continue sendo o que você é e no momento certo deixará a sua marca na história.







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Natureza de Cobra

 

 


Conta-se que em certa floresta, havia um número extraordinário de cobras. Estas cobras resolveram eleger uma rainha para elas. Ao passar o tempo,  a Rainha das cobras  resolveu fazer um grande banquete em festejo do seu aniversário.  Ora! Quando se fala em banquete muita comida é necessária. Então, a Rainha das cobras ordenou que todas as cobras formassem um grande circulo e aos poucos fossem fechando para capturarem animais pequenos com finalidade de usarem no banquete. Pois bem, o ciclo foi fechando e aprisionando  todos os animais de pequeno porte e  agradáveis ao paladar das cobras.

As cobras estavam felizes, mas, algo extraordinário aconteceu. Um animal de grande porte, um animal mágico e chamado de Unicórnio, estava dentro do círculo. Daí iniciou um diálogo entre o Unicórnio e a Rainha das cobras.

-Deixa-me sair do círculo. Disse o Unicórnio.
-Não vamos deixar você ir embora. Afirmou a Rainha das cobras.
-Eu sou demasiadamente grande para me comerem. Deixa-me ir. Disse o Unicórnio.
-Nós não vamos deixar você ir embora por que temos o prazer de matar, o prazer de ver a morte, afirmou a Rainha das cobras.

Então unicórnio insistiu...

-Mas, vocês sabem que eu sou um animal mágico? Que toda a floresta depende de mim? Que a floresta irá sofrer muito? Os animais irão sofrer enormemente e muitos sofreram pela fome que virá? Indagou o Unicórnio.
- Nós não nos importamos com isso. É a nossa natureza. Afirmou a Rainha das cobras.
-Você sabe que, quem mata um Unicórnio será amaldiçoado? Questionou o Unicórnio.
-Nós, não nos importamos com isto. Afinal de contas, nós já somos amaldiçoados. Nós, não nos importamos com maldição alguma. É a nossa natureza. Finalizou a conversa, a majestosa Rainha das Cobras.

Nas árvores haviam aves que assistiam o diálogo. Estas aves, muito preocupadas, clamaram pela libertação do Unicórnio. Todavia, as cobras disseram que "não".

Então, as cobras, às suas centenas, atacaram e mataram o animal mágico, o Unicórnio. Naquele instante, nada aconteceu e parecia que nada iria acontecer. Entretanto, passando alguns dias, a floresta e os animais sem proteção foram atacados por magias malignas e por seres que tinham a missão de destruir a floresta. A aflição da fome alcançou a todos os animais e muitos morreram. As cobras ao verem a destruição e a morte de muitos, não se importaram, pois assim era a sua natureza.

Moral da Estória

Cuidado com as pessoas que têm a natureza de cobra. Nos seus interesses não há escrúpulos, não há piedade, só há o egoísmo e a sua vontade insana.

Quem tem a natureza de cobra, não se importa com a verdade, com a justiça, com o sofrimento alheio e nem com as consequências dos seus atos. Elas são o que são e o que importa é alcançarem os seus objetivos e o que mais gostam, controlarem a todos.

Autoria: Márcio Gil de Almeida


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O Encanto...

 


O encanto passou,
Passou num momento,
Num momento tudo passou,
Mas, chega em momento só,
Que o encanto renovou,
E a vida continuou.


Marcio Gil de Almeida
Autor

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